sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Como Tudo Começou


Há 4 anos e meio decidimos que deixaríamos de tomar precauções para não engravidar. Sem pressas, gostaríamos de ter um filho, mas sem nunca ser a nossa preocupação maior. Passou-se um ano até que decidimos ir à ginecologista: «tudo bem à primeira vista. Continuem a tentar».


Deixámos andar, sempre sem pressa, nem preocupação. Continuava a não ser uma prioridade, mas um desejo.

Há coisa de um mês, decidimos (finalmente) levar a sério o desejo ainda não realizado. Exames para aqui e para ali... resultado: sozinhos é impossível! Inseminação artificial é a opção. Mas será que é isso que realmente queremos?

A primeira solução encontrada foi mesmo a adopção e, sem nunca nos desviarmos da hipótese de ter um filho biológico, o que queremos é um FILHO. E assim decidimos avançar em duas frentes: com a adopção e com a possibilidade de inseminação. Ambas demoram bem mais do que uma gravidez "normal". O lado bom, porque também temos de os ver, são menos enjôos e mais tempo de preparação.

Qualquer um dos passos é difícil de dar, mas aqui estamos para contar.

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